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Ao fim da tarde
Pela estação do correio, entrou um homem de idade avançada, apoiado a uma bengala. Aproximou-se do balcão e cumprimentou o empregado: - Muito boas-tardes! - Ora viva! – observou o empregado. – Então o que o traz por cá?! - Sabe, tenho o meu filho lá para Lisboa e lembrei-me que faz anos hoje. Disseram-me, ali no jardim, que ainda iam a tempo umas palavrinhas para ele, se eu quisesse... - Pois vão! Claro que já não poderá ser por meio de uma carta ou um bilhete postal! Mas ele terá telefone, lá em casa? - Não sei lá disso, menino!... - Bem, e a direcção dele?... - É isto que quer?! O homem retirou dum dos bolsos do colete um envelope dobrado que estendeu ao funcionário. Alexandre Caeiro
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Comprar roupa nova - Não posso ir jogar à bola esta tarde – disse o Joanico ao Marcos. – Depois do almoço tenho de ir à baixa comprar roupa para a escola. Mas, durante o almoço e no caminho até à baixa, esteve sempre calado, a pensar no desafio, desejando estar àquela hora a correr no campo. Pensava também que, se se despachassem depressa, à volta ainda podia chegar a tempo de disputar um ou dois jogos. Mas a mãe não tinha pressa. Levou tempo a resolver-se antes de lhe comprar as calças, as camisas, os sapatos e as peúgas! E quando tudo aquilo estava embrulhado, foi ver os sobretudos. Se voltássemos cá amanhã ou no outro dia? – pediu o Joanico. - Não senhor – respondeu a mãe. – Os sobretudos estão hoje em saldo. Experimenta este, Joanico. E o Joanico, desanimado, teve de provar vários sobretudos quentíssimos e pesados. Por fim, lá escolheram um. As compras
haviam terminado. Carlos Silva
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O
meu fim-de-semana Na sexta-feira saí da escola, fui para casa e fiz logo os trabalhos de casa. No sábado vim à vila com a minha mãe, às compras e beber o café. Depois quando o meu irmão João veio da vila eu fui jogar à bola com ele e depois levei uma bolada no nariz . A seguir fui tomar banho e fui vestir a roupa do rancho e fui andando para a casa do rancho. A seguir fomos dançar à Eira do Quarto. A seguir fomos lanchar e eu só comia tortas de chocolate. Eu, a Nela, a Alice e a Sabrina fomos brincar, depois eu fui para casa. No Domingo eu fui à missa e à uma hora fui para casa almoçar. Depois eu fui brincar para a rua até às seis horas da tarde e a seguir fui dormir uma sesta. Eu gostei deste fim-de-semana. Marta Teixeira
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A história do Pinóquio Era uma vez um menino de Madeira que vivia com o seu pai Gepeto. O menino era para ir para a escola e como o seu pai não tinha dinheiro
vendeu o casaco. Quando ia pelo caminho, Pinóquio encontrou um circo mas não tinha dinheiro
para pagar o bilhete. Então teve uma ideia, decidiu vender os livros e lá
o deixaram entrar. Mas no circo havia um senhor que o queria apanhar para
que ele fizesse parte do circo. O Pinóquio fugiu e, outra vez no caminho,
encontrou uma raposa e um gato. O gato e a raposa disseram-lhe que se queria ficar com mais moedas teria que
enterrá-las. Um grilo disse-lhe que era tudo mentira mas o Pinóquio
preferiu não acreditar no grilo. A raposa disse-lhe: - Amanhã de manhã vens cá desenterrar as moedas e verás que tens mais.
Mas, durante a noite, o gato e a raposa foram desenterrar as moedas e,
como o Pinóquio viu, atirou-se para dentro de uma carruagem onde pensava
pudessem estar os dois mentirosos. Entretanto, essa carruagem caiu ao mar
e foi engolida por uma baleia. Dentro da garganta da baleia o Pinóquio encontrou o seu pai Gepeto e
ficaram ambos muito contentes. Para saírem da garganta da baleia, eles fizeram uma fogueira e ela
cuspiu-os. Marta
Teixeira (adaptado)
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